inspirado em Anazézim . o que quero do nosso amor, é o bule fervende água pela manhã no fogão. vou esquentar os pães e tentar encontrar palavra que possa dizer, e nunca encontrar, e te ouvir falar coisas, bonitas ou não, coisas. recolher meus pedaços pela casa, aprontar as malas e partir. te amar é em cada adeus, um tanto mais de amor.
"o trem que chega é o mesmo trem da partida, a hora do encontro é também despedida"
ResponderExcluirIdem. ;)
ResponderExcluirA realidade não se vive é um acessório para os que se dizem sóbreos, e não se embriagam de amor como nós.
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